Visite o canal oficial de comunicação do 4º Encontro dos Movimentos Sociais (2012):

minaslivre.com.br/encontromovimentossociais

 

 

 

 

 

Enviado por: Carlos Soares

12/04/2012

 

 

 

 

Enviado por: Carlos Soares

02/09/2011

 

 

Enviado por: Carlos Soares

31/08/2011

 

Mensagem de Leonardo Boff aos professores

 

Queridos colegas professoras e professores,

Estou estarrecido face à insensibilidade do Governador Anastasia face a uma greve dos professores e professoras por tanto tempo.

Ele precisa ser inimigo de sua própria humanidade para fazer isso.

Ele não ama as crianças, não respeita seus pais, despreza uma classe de trabalhadores e trabalhadoras das mais dignas da sociedade, aquelas pessoas a quem nós confiamos nossos filhos e filhas para que recebam educação e aprendam a respeitar os outros e a acatar as autoridades que foram eleitas para cuidar dos cidadãos.

Essa intolerância mostra falta de coração e de compaixão no sentido mais nobre desta virtude que é sentir a necessidade do outro, colocar-se ao seu lado para aliviar seu padecimento e resgatar a justiça mínima de um salário necessário para a vida.

Recordo as palavras da revelação consignadas no livro do Eclesiástico capitulo 34 versículo 27: “Derrama sangue, quem priva o assalariado de seu salário”. Não queremos um governador que aceita derramar sangue por não querer ceder nada aos professores e professoras que pedem o que é minimamente certo e justo.

Quero me solidarizar com todos vocês e apoiar as revindicações que estão formulando.

Com meus melhores votos e também preces diante dAquele que sempre escuta o grito dos oprimidos e injustiçados.

Leonardo Boff

Teólogo e escritor

 

Enviado por: Carlos Soares

26/08/2011

 

Calendário de atividades aprovado durante a Assembleia Estadual 

- 25/08 - Fórum Técnico de Segurança nas Escolas – Araxá

- 26/08 - Atividades em Tiradentes e Fórum Técnico sobre o PSPN na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

- 29/08 - Entrega do dossiê da Educação para a Organização Internacional do Trabalho (OIT) durante encontro na Fecomércio que vai discutir sobre o trabalho decente.

- 31/08 – Assembleia  Estadual no Pátio da ALMG – 14h. 

-  Realização de encontros locais e regionais até a próxima assembleia em parceria com entidades sindicais e movimentos sociais.

 

Marcha pela Educação reúne mais de 9 mil em Belo Horizonte

 

Dia de Luta pela Educação uniu entidades dos movimentos sindical e social em solidariedade aos trabalhadores do magistério em greve desde o dia 8 de junho

Rogério Hilário / Sind-UTE/MG

 

Como parte da Jornada de Lutas do apoio dos movimentos sociais e do movimento sindical em apoio à greve dos trabalhadores e trabalhadoras em educação de Minas Gerais, cerca de 9 mil pessoas participaram no final da tarde de quarta-feira (24) da Marcha pela Educação. A passeata, que começou após a assembleia dos educadores no pátio da Assembleia Legislativa (ALMG), terminou na Praça da Rodoviária, no Centro de Belo Horizonte, onde aconteceu um ato público.

 Os manifestantes fecharam as ruas e avenidas no entorno da Avenida Afonso Pensa por volta de duas horas. O trânsito ficou praticamente parado nas avenidas do Contorno, Amazonas, Nossa Senhora do Carmo, Cristiano Machado e Antônio Carlos. 

A marcha e o ato finalizaram o Dia de Luta pela Educação, que uniu entidades dos movimentos sindical e social em solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras em educação, que estão em greve desde o dia 8 de junho pelo pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional. A rede de apoio também arrecadou recursos para ajudar o Sind-UTE/MG a pagar as despesas com assembleias e paralisação. 

Durante a assembleia de quarta-feira, os educadores aprovaram a continuidade da paralisação e comemoraram uma boa notícia: acórdão publicado na quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprimento da Lei 11.738, que determina aos Estados o pagamento do piso nacional de R$ 1.187, 97 para jornada de trabalho de até 40 horas semanais. 

Com faixas, bandas de música e bandeiras, os professores fizeram muito barulho na assembleia. "É greve, é greve, é greve até o Anastasia pagar o piso que nos deve!", gritavam. Visivelmente empolgados, alguns choraram.  Uma nova assembleia está marcada para a próxima quarta-feira (31). 

Dirigentes de sindicatos de várias categorias, como bancários, eletricitários e servidores públicos municipais e federais, além de estudantes e professores de universidades, entre elas a UFMG e a PUC Minas, integrantes do Movimento Sem Terra (MST), do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB),  e até representantes das nações indígenas foram à assembleia para dar apoio ao movimento dos educadores. O grupo Tambolelê fez uma rápida apresentação e puxou a marcha.

  “A luta dos professores é justa. O governo tem que cumprir a lei e pagar o piso. Estamos aqui para dar apoio ao movimento”, disse o cacique Massaranduba, da tribo pataxó de Porto Seguro, Bahia, que estava em Belo Horizonte visitando estudantes indígenas da UFMG. Pataxós, xacriabás e tupiniquins portavam faixas de solidariedade à greve e dançaram no pátio da ALMG, juntamente com alguns professores e militantes dos movimentos sociais. 

No ato público, na Praça da Rodoviária, dirigentes e militantes dos movimentos sindical e social falaram em apoio aos educadores. “Quero parabenizar o movimento dos trabalhadores em educação e também a unidade dos movimentos sociais e sindical, que construíram esta marcha e este ato históricos. A luta dos trabalhadores em educação e do Sind-UTE é de de toda a classe trabalhadoras conta o governo Anastasia”, disse Marco Antônio de Jesus, presidente da CUT-MG. 

“O movimento dos educadores se tornou o símbolo da unidade dos movimentos sociais. Com a rede de solidariedade conseguimos arrecadar mais de R$ 400 mil e podemos chegar R$ 600 mil, com a ajuda da CUT. Precisamos segurar esta greve para dobrar o governo do Estado. Levamos para o governo federal e para o Congresso Nacional dossiês sobre a educação em Minas Gerais. A greve já se tornou assunto nacional”, falou Jairo Nogueira, coordenador do Sindieletro-MG. 

 “Parabenizo os trabalhadores em educação, em nome da CUT Nacional e de nosso presidente, Artur Henrique. Estamos com vocês até a vitória”, disse Shakespeare Martins de Jesus, da Direção Nacional da CUT. 

José Maria Santos, do Sindágua-MG, se emocionou com a assembleia, a marcha e o ato. “O movimento dos educadores e a união dos movimentos sociais me emocionou. Há muito tempo não via algo tão intenso como hoje. Finalmente, depois de muitos anos, vejo os trabalhadores unidos se levantando contra o governo do Estado. Estamos num momento histórico.” 

STF garante o piso

O acórdão publicado quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprimento da Lei 11.738, que determina aos Estados o pagamento do piso nacional de R$ 1.187, 97 para jornada de trabalho de até 40 horas semanais, foi motivo de comemoração entre os professores. Eles lotaram o pátio da Assembleia Legislativa e, numa votação calorosa, aprovaram a continuidade da greve 

"Foi uma feliz coincidência que o STF publicasse essa decisão no mesmo dia da nossa assembleia e um dia depois de o governo apresentar novas propostas para o subsídio, que não é piso salarial", afirmou a coordenadora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira. O sindicato anunciou que vai aguardar agora uma atitude do Ministério Público Estadual (MPE) para cobrar o cumprimento da lei. 

O Sind-UTE não aceita o subsídio criado pelo governo do Estado e só negocia um valor proporcional para os contratos de 24 horas semanais desde que o governo tome como referência o piso nacional e não incorpore os benefícios (quinquênios, auxílios alimentação e transporte) ao vencimento básico. "O Estado pode até pagar o valor proporcional que seria R$ 712 para 24 horas semanais".Trabalhadores/as em educação decidem: a greve continua por tempo indeterminado

 Greve continua

Em Assembleia Estadual realizada na quarta-feira (24) no Pátio da ALMG, em Belo Horizonte, cerca de 9 mil trabalhadores/as em educação, sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), decidiram continuar em greve por tempo indeterminado. 

Pela manhã, o Comando Geral de Greve esteve reunido para avaliação do movimento e da nova proposta de política salarial para a educação, anunciada na terça-feira (23), pelo governo do Estado, através das Secretarias de Estado da Educação e do Planejamento e Gestão. 

A direção do Sind-UTE/MG entende que a proposta de política salarial para a educação anunciada pelo Governo de Minas não faz justiça às reivindicações da categoria. 

O Projeto de Lei que o governo enviará à Assembleia Legislativa, segundo a Secretaria de Estado da Educação, possui propostas de aperfeiçoamentos na política salarial dos profissionais da educação do Estado que entrou em vigor em janeiro deste ano; mas os trabalhadores em educação não entendem desta forma. 

A coordenadora-geral do Sindicato, Beatriz Cerqueira, explica que a nova proposta foi discutida amplamente com a categoria durante a Assembleia Estadual e por fim foi rejeitada. “Essa proposta comprova que o governo não apresenta melhorias para a educação. Nossa luta é pelo Piso Salarial e, aperfeiçoar o subsídio não atende à categoria”, afirma. 

A categoria está em greve desde o dia 8 de junho. A reivindicação é pelo imediato cumprimento do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), que segundo avaliações do MEC está estipulado atualmente em R$ 1.187,00. O governo de Minas paga hoje de vencimento básico, o valor hoje R$ 369,00. 

 

Enviado por: Carlos Soares

25/08/2011

 

O INCRA DE BH ESTÁ OCUPADO E TRANCADO PELO MST, MAB e CPT: nenhum funcionário pode entrar para trabalhar. 

 

A situação é muito tensa no local. Os sem terra estão sem café da manhã, pois não tem dinheiro para comprar pão e café. Estamos pedindo ajuda solidária das pessoas de boa vontade para ajudar na alimentação do povo sem terra e atingidos por Barragens a levar para frente uma luta mais do que justa. Quem puder ajudar, entre em contato, nos celulares, abaixo, referidos. 

O INCRA de Minas Gerais, com sede na Av. Afonso Pena, 3.500, em Belo Horizonte, MG, está ocupado pela VIA CAMPESINA (MST, MAB, CPT) desde o dia 22 de agosto de 2011, mas, hoje, dia 25/08, quinta-feira, a ocupação foi radicalizada. O INCRA FOI FECHADO PELOS 400 MILITANTES DO MST, do MAB e da CPT. Nenhum funcionário pode entrar para trabalhar. Os funcionários estão proibidos de entrar no INCRA. Os funcionários só poderão voltar a trabalhar no INCRA após o Governo Federal, em Brasília, atender reivindicações da VIA CAMPESINA QUE ESTÁ COM 4.000 MILITANTES ACAMPADOS EM BRASÍLIA.

A luta da VIA CAMPESINA DE MG FAZ parte da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária e pela Educação.

A Via Campesina segue também apoiando a Greve dos Professores da Rede Estadual de Educação de MG. Ontem, dia 24/08, em Assembleia Geral, os professores resolveram continuar a Greve por tempo indeterminado até o Governador Antonio Anastasia atender as reivindicações dos educadores. Entendemos que a greve dos professores para que o Governo estadual, sr. Anastasia, passe a pagar o Piso Salarial Nacional é justa, legítima e necessária.

Contatos para maiores informações:  

Sílvio Neto: (31) 9300 9717

Paulo: (31) 9343 3162.

 Um abraço afetuoso.

Gilvander Moreira, frei Carmelita.

 

Enviado por: Carlos Soares

12/08/2011

 

Moção de apoio a greve dos trabalhadores e trabalhadoras da educação em Minas Gerais

 

Os movimentos sociais do campo e da cidade, reunidos no Seminário da Plataforma Operária e Camponesa da Energia realizado na cidade de Ponte de Nova nos dias 17 e 18 de agosto de 2011, manifestam seu total apoio a greve dos trabalhadores e trabalhadoras da educação em Minas Gerais. O governo estadual, que tem a frente o também professor Antônio Augusto Anastasia (PSDB), demonstra mais uma vez o seu compromisso com um projeto que está a serviço das elites pautadas pela agenda neoliberal e comprova o seu desprezo pelas demandas populares.

Repudiamos a não abertura de negociação por parte do governo, o corte dos salários, a contratação em caráter de urgência de 3 mil profissionais para substituir os grevistas, muitos destes sem a qualificação adequada, e a forma truculenta e anti-democrática com que estão sendo tratadas as manifestações públicas da greve. Condenamos a forma com que os principais meios de comunicação do estado vem tratando a luta dos professores e professoras. Com uma cobertura desonesta, tentam de toda forma colocar a população contra o movimento desqualificando a pauta e encobrindo o caos que impera na educação em Minas Gerais.

É preciso expandir esta luta para toda a sociedade. Envolver o maior número de organizações possíveis e construir uma aliança operária e camponesa para fortalecer a construção de um Projeto Popular para Brasil que faça com que nossos bens naturais estejam a serviço da classe trabalhadora bem como que haja respeito com tudo que é essencial para a vida como o trabalho dos educadores e educadoras.

Mexeu com os professores, mexeu comigo!

Ponte Nova, 18 de agosto de 2011

 

Assinam:

MAB

MST

Via Campesina

SINDIELETRO

ENEBIO - Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia

Frente de Promoção e Defesa da Vida de Piranga

Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Simonésia

Partido dos Trabalhadores de Ponte Nova

Consulta Popular

Escola Família Agrícola de Jequeri

Pastoral da Juventude

Pastorais Sociais

 

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Enviado por: Carlos Soares

12/08/2011

 

Plenária de apoio à luta dos professores e professoras do estado de Minas Gerais

Convocação ao 16 e 24 de agosto - Dia Unificado de Luta dos Movimentos

 

Belo Horizonte, 11 de agosto de 2011

Na sede do Sindieletro, cerca de 80 militantes sociais, entre 40 organizações sindicais, estudantis e populares, se reuniram para debater os próximos passos da jornada de lutas no estado. Motivados pelo apoio a luta dos trabalhadores da educação, essas organizações perceberam a urgência da pauta da unidade e a necessidade do acúmulo de força social contra o governo de Minas.

A luta pela educação de qualidade deixa de se restringir a uma determinada categoria ou sindicato, para se transformar numa luta de todos aqueles que defendem a luta popular. Assim, a greve dos professores extrapola a própria categoria, sendo uma luta dos estudantes e demais trabalhadores/as, uma luta da sociedade em geral.

Essa plenária pretende dar um recado para o governo de Minas: a luta dos/as trabalhadores/as não vai parar! Continuaremos em luta por melhores salários, pela aplicação do piso salarial da educação, pelo meio passe estudantil, pela qualidade das escolas no campo, pela reforma agrária, contra as parcerias público privadas, etc.

Apoiar a luta dos professores neste momento representa um marco para os movimentos sociais, pois demonstra ao governo que não aceitaremos a falta de diálogo, a redução de direitos básicos dos trabalhadores e as suas mentiras nos meios de comunicação. Se o governo pretende isolar e combater a greve em curso dos professores, demonstraremos nas ruas a força da unidade dos trabalhadores de Minas Gerais. Iremos romper com este isolamento.

Tal articulação não nasce do nada. Surge a partir do exemplo das lutas recentes, como o processo de construção do 3º Encontro dos Movimentos Sociais e as lutas de 2010. E é com o mesmo ânimo e convicção na mudança que os movimentos sociais de Minas continuam em marcha, convocando todas as entidades que se identifiquem com esta proposta para comparecerem na nossa próxima reunião e outras atividades.

 

Próxima reunião:

Quarta-feira, 17/08, 19h00, no Sindieletro.

 

Calendário Agosto:

16 - Terça-feira - 14h - Mobilização unificada, assembleia legislativa, 14h00.

18 - Quinta-feira -14h - Ato minério tem que ser nosso, centro de Belo Horizonte.

18 - Quinta-feira - 19h - Manifesto sobre o apoio a luta dos trabalhadores, colégio Pio XII.

22 - Segunda-feira - Ato pró-metrô, Betim.

24 - Quarta-feira - Grande mobilização unificada!

 

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Seminário de Preparação do Grito dos Excluídos

Enviado por: Rômulo M. Fernandes (Alemão)

04/08/2011

 

 

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Plenária dos Movimentos Sociais

Enviado por: Carlos Soares -

24/07/2011

O Fato

Aconteceu ontem, 23/07/2011, na sede do Sindieletro em Belo Horizonte, a Plenária dos Movimentos Sociais. Representantes de diversas entidades sociais, populares, sindicais, estudantis  e políticas, como o MAB, MST, Via Campesina, Sindieletro, Sindifisco, Sindiute, Sindipol, PT, Pastorais Sociais, PCR, FSS, Marcha Mundial das Mulheres, feirahippie.com, UEE, Grêmio CEFET entre outras.

A plenária, convocada para discutir e apontar caminhos, girou em torno de 3 eixos principais: soberania e mineração, greves e tarifas públicas.

Os companheiros do Sindieletro denunciaram a forma de cálculo e o elevado custo das tarifas de energia, para o consumidor residencial, em nosso Estado. Tarifas diferenciadas para residências e indústria são a causa maior do elevado custo da tarifa para o consumidor doméstico. Uma inversão clara de valores e que faz do país um dos maiores exportadores de energia barata, em detrimento de sua população. A altíssima carga tributária incidente sobre os preços da energia é outro fator claro de injustiça social.

A companheira Marili, do MST denunciou a perseguição e o descaso das autoridades para com a questão agrária em Minas Gerais. Famílias estão em acampamentos a mais de 10 anos. Com o avanço do agronegócio e a falta de uma política fundiária justa e honesta, acampamentos que já deveriam de ter sido regularizados, estão correndo risco de despejo. A criação de barragens para a geração de energia, também estão no caminho dos assentamentos, criando a esdrúxula situação de "sem-terras atingidos por barragens".

O deputado Rogério Correia, do PT e do bloco parlamentar Minas Sem Censura, denunciou, uma vez mais, o "Estado de Exceção" a que a população de Minas Gerais está sendo submetida: imprensa regiamente comprada, comprometida e calada; Ministério Público e Tribunal de Contas passivos; Justiça alinhada e políticos cooptados e cúmplices. Os companheiros do Sindifisco, Sindiute e Sindipol denunciaram a "justialização" do direito de greve. Denunciaram o que parece ser uma orquestração executivo/judiciário para atropelar o direito mais elementar dos trabalhadores: reivindicar melhores condições de trabalho e de vida.

Os estudantes seguem em sua luta pelo direito de meia passagem nos transporte coletivo da cidade. Belo Horizonte é a cidade com a maior tarifa de transporte público,entre as grandes capitais do país, e tem um dos piores serviços.

A análise

Ao esticar o elástico da injustiça, do abuso e da omissão, parece que os poderes públicos estabelecidos de Minas Gerais se tornaram reféns de um círculo vicioso: reprimir, esconder, mentir. Não se dão conta de que o elástico, já esticado em seu máximo, se voltará contra eles. Estão criando, em Minas, as condições para uma mudança sem precedentes na política e na sociedade.

A união das diversas entidades sindicais; o encontro definitivo dos movimentos sociais do campo e da cidade; a proposição de novos paradigmas de luta e de enfrentamento e a comunicação renovada com a sociedade, exporá as falácias e as mentiras ocultadas pela "grande" imprensa corrompida. A sociedade acabará por compreender que as greves, os confrontos, as passeatas e o caos no trânsito têm um único responsável: este governo mentiroso, omisso e comprometido com práticas políticas velhacas e imorais.

 

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Plenária dos Movimentos Sociais

Enviado por: Rômulo M. Fernandes (Alemão) - 18/07/2011

Agenda da Plenária

8h00 - 8h30

Chegada, café, acolhida.

8h30 - 9h00

Fala de apresentação da coordenação: focar nos desafios e retomar o 3º Encontro dos Movimentos Sociais.

9h00 - 10h30

Apresentação dos três assessores.

10h30 - 11h00

Trabalho de grupos, focar na questão/desafio: como os movimentos sindical, estudantil e popular podem avançar nas lutas?

11h00 - 11h30

Lanche.

11h30 - 12h30

Plenária: retorno dos grupos e intervenções em plenária.

12h30 - 13h30

Fechamento da coordenação: síntese, calendário, apontamentos, etc.

 

Baixe os arquivos:

Imagem em alta resolução

PDF

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Plenária dos Movimentos Sociais

Enviado por: Carlos Soares - 15/07/2011

Na quinta-feira aconteceu a última reunião preparatória para a Plenária dos Movimentos Sociais. Realizados os últimos encaminhamentos, restou confirmada a data e o horário já informados: dia 23/07/2011, de 8 às 14h. A plenária acontecerá na sede do SINDELETRO / MG, à Rua Mucuri, 271 - Floresta - Belo Horizonte - MG.

A elaboração da arte e do panfleto ficou por conta do colega da Feira Hippie, Marcelo Braga e será divulgado neste sítio.

A participação de um representante dos diversos movimentos populares e sociais é muito importante e estão todos convidados.

 

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Plenária dos Movimentos Sociais

Enviado por: Rômulo M. Fernandes (Alemão) - 14/07/2011

Olá companheiros (as),

No dia 07/07/2011, no sindicato dos jornalistas, em Belo Horizonte, compareceram diversas organizações populares com o objetivo de articular a PLENÁRIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, dando continuidade do processo do 3º Encontro dos Movimentos Sociais ("Minas não quer Choque, quer Terra, Trabalho e Educação") e fortalecendo as lutas populares no nosso estado.

Dentre os principais encaminhamentos destacamos:

1)  Data e horário da PLENÁRIA: 23/07/2011, sábado, de 8 às 14hs.

2)  Local da PLENÁRIA: Sindieletro.

3)  Objetivos da PLENÁRIA: fortalecer as lutas, levantar desafios comuns para as organizações, construir uma análise de conjuntura coletiva, etc.

4)  Programação da PLENÁRIA: mística, fala de abertura (retomar o processo do 3º Encontro e trazer novos desafios), abordar os 03 eixos (tarifas públicas, soberania/mineração, lutas/greves do período), debate coletivo e encaminhamentos (trabalho de base, desafios, calendário, planejamento, etc.).

5)  Lanche da PLENÁRIA, responsáveis: Neila e Jeferson.

6)  Mobilização da PLENÁRIA, responsável: Alessandro da PJ. Todos(as).

7)  Próxima reunião de CONSTRUÇÃO: dia 14/07/2011, quinta-feira, no Sindicato dos Jornalistas, 19h00.

TODOS(AS) ESTÃO CONVIDADOS(AS) A PARTICIPAR DA PLENÁRIA E DA NOSSA PRÓXIMA REUNIÃO DE CONSTRUÇÃO.

Saudações!

 

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Campanha O Minério Tem Que Ser Nosso

Enviado por: Rômulo M. Fernandes (Alemão) - 14/07/2011

 

 

Participe, divulgue!

Baixe, aqui, o estudo completo realizado pelo ILAESE - Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos

 

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A luta continua...

Enviado por: Carlos Soares - 14/07/2011

Em reunião acontecida no dia 07/07/2011 com os companheiros do 3º Encontro, entendi que seria interessante reativar o site daquele evento. Socializar as conquistas e os novos desafios a serem enfrentados, ser um ponto de apoio para as informações divulgadas por cada movimento social, esta é a proposta. A criação de um blog, que facilite a colaboração de todos, está nos planos. E vamos, que vamos...

 

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04/05/2011

Fotos da marcha final em 02/05/2011

 

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03/05/2011

 

Movimentos Sociais conquistam vitórias com a Jornada de Lutas

Geanini Hackbardt  -  (31) 8881-2806  -  Setor de Comunicação do MST

 

 

             A Jornada de Lutas do MST e o III Encontro dos Movimentos Sociais, que reuniu organizações do Campo e da Cidade e Centrais Sindicais, encerrou hoje, 02 de maio de 2011, de forma vitoriosa. No acampamento do MST, da Via Campesina e no encontro aconteceram debates sobre temas variados como a nocividade do uso de agrotóxicos, o piso salarial, a reforma agrária, a redução das tarifas públicas e a exploração e entrega das nossas riquezas nas mãos de grandes empresas transnacionais.

            O MST cobrou ações do governo federal e estadual para dar continuidade à Reforma Agrária, estagnada há anos no estado. Foram realizadas marchas e ocupações e como resposta houve reuniões com o INCRA nacional, treze secretárias do estado e com o próprio governador, Antonio Anastasia.

            Como parte da Jornada, hoje foi comemorado o dia do trabalhador em tom de protesto, diferenciando as atividades desta data, que têm sido tratadas como festa. Na primeira hora do dia as Brigadas Populares, que têm como principal bandeira de luta o direito à moradia, ocuparam o prédio da IPSEMG, para denunciar o descaso com as famílias sem teto da capital e pressionar o poder público contra os despejos. Em seguida, os Movimentos Sociais e as Centrais Sindicais iniciaram uma marcha, partindo da Assembléia Legislativa, com destino a Praça Sete. A marcha, que contava com cerca de 1500 manifestantes, contornou a Praça da Liberdade e parou diante do prédio ocupado, aonde foi feito um ato político e o resgate dos militantes que se encontravam dentro das instalações do IPSEMG, acuados pela polícia.

 

 

            Juntos, todos os movimentos seguiram em direção a Praça Sete, aonde pararam o trânsito e realizaram outro ato político, contando com a participação de deputados e dirigentes sindicais e sociais. Neste momento, as Centrais Sindicais anunciaram que, fruto do processo de mobilização desta jornada, outra conquista havia sido alcançada. Em reunião com o governador, pela manhã, foi tirado o compromisso do governo do estado com o piso salarial estadual, uma decisão que afeta milhões de trabalhadores.

 

Saiba mais:

http://abrilvermelho-mg.blogspot.com/

 

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03/05/2011

 

II Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale

 

Mais de 50 delegados de vários países do mundo encontraram-se em Belo Horizonte para debater estratégias de resistência contra impactos e ameaças sócio-ambientais e trabalhistas provocados pela mineradora. Linhas políticas contundentes unificam o movimento.

Um histórico de anos de resistência, em diversos países do mundo, levou os movimentos e as comunidades que se consideram atingidas pelas operações da mineradora Vale a realizar o II Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale.

Em 2010, em ocasião da primeira edição, 160 pessoas de 12 diferentes países inauguraram essa estratégia de articulação entre vítimas do ciclo de mineração e siderurgia da multinacional verde e amarela.

Ao longo do ano passado, vários eventos e atividades pautaram a resistência do movimento: entre eles, a greve de um ano inteiro no Canadá, a participação a várias assembléias de acionistas da Vale expressando as críticas das comunidades, a divulgação do Dossiê dos Impactos e Violações da Vale no mundo, a atuação da Federação Internacional dos Direitos Humanos em pesquisa das violações de direitos em dois casos de Açailândia/MA e ação penal interposta contra dois diretores da siderúrgica CSA no Rio de Janeiro.

Ao chegar do novo ano, o Movimento Internacional dos Atingidos voltou a convocar um encontro, de tal forma que entre 25 e 29 de abril de 2011 encontraram-se em Belo Horizonte cerca de 50 representantes de comunidades, sindicatos, movimentos sociais e de ambientalistas para debater a conjuntura econômica e política da Vale, trocar experiências a respeito de seus impactos no mundo e afinar métodos e atividades para o futuro de curto e médio prazo. A presença de delegações de Moçambique, Indonésia e Canadá, bem como a representação do Observatorio Minero de Conflictos en America Latina (OCMAL), enriqueceram o debate e a força do movimento.

Algumas linhas políticas chave foram traçadas na ocasião.
O movimento luta pela institucionalização de territórios livres da mineração (áreas de exclusão), pelo direito de dizer não a novos empreendimentos e pela consulta prévia às populações atingidas pelo ciclo de mineração.

Onde há operações já instaladas, exige reparação integral dos impactos e indenizações para as pessoas e comunidades.

É urgente a reflexão sobre a agregação dos custos sociais e ambientais da mineração, bem como o aumento dos royalties, sua distribuição (com controle social) a todos os municípios atingidos e sua destinação social, inclusive quanto ao futuro das comunidades.

Os atingidos lutam pela democratização das decisões da empresa, contra a sua criminalização, contra a precarização do trabalho e pelo fim do financiamento público à Vale.

A discussão não se reduz à empresa, mas tem a clara percepção das conexões e cumplicidades entre esta, todo o sistema de mineração e o próprio Estado. Também em seus objetivos, os atingidos visam ampliar a discussão sobre o modelo de desenvolvimento e exploração mineral para função social, levando em conta o debate atual sobre os direitos da natureza e o bem-viver.

 

Saiba mais:

http://www.justicanostrilhos.org/nota/721

 

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02/05/2011 - Jornal Brasil de Fato - Especial - PDF

02/05/2011 - Nota das Brigadas Populares à imprensa e à sociedade

 

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02/05/2011

 

3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais

Documento final

 

Belo Horizonte, 02 de maio de 2011

 

MINAS PRECISA SER governada pelo seu povo. Hoje a gestão Anastasia governa para as grandes empresas transnacionais que atuam na mineração, no agronégócio, na energia e em outros setores, entregando nossos recursos naturais e criminalizando e reprimindo os movimentos organizados que lutam pela garantia dos direitos. Mas os trabalhadores e as trabalhadoras não aceitam esse projeto e reagem com mobilizações populares, com a retomada das lutas e da articulação por um Projeto Popular para Minas Gerais. As amplas maiorias desse estado, as forças progressistas  e democráticas  não  tardarão  a  realizar  transformações  estruturais  que  democratizem o acesso à cultura, educação, saúde, terra e trabalho.                 

Nesse sentido, o 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais, realizado na Praça da Assembléia Legislativa em Belo Horizonte, entre os dias 30 de abril e 02 de maio, demonstra a força dos movimentos sociais e o desejo de mudança. Mais de 2 mil participantes, de 100 organizações sindicais, estudantis e populares de todos os cantos de Minas, deram o exemplo da força da unidade para conquistar seus direitos, reivindicando: 

1) Redução da jornada de trabalho, sem redução de salário.

2) Implantação do piso salarial estadual.

3) Educação infantil ampla e gratuita: creches públicas de qualidade para todas as crianças de 0 a 6 anos.

4) Reforma agrária popular:  pela suspensão dos despejos, por um plano de desenvolvimento dos assentamentos rurais e o imediato assentamento das 3 mil famílias acampadas.

5) Redução das tarifas públicas de energia, gás, água e transporte público que encarecem o custo de vida das famílias de trabalhadores.

6) Política de moradia popular e contra os despejos arbitrários anunciados pela Prefeitura de Belo Horizonte.

7) Aplicação da política do meio-passe para todos estudantes.           

8) Contra o atual modelo de mineração adotado pelo estado que favorece o lucro das empresas internacionais e gera grandes impactos ambientais e sociais.

9) Pelo fim da ROTAM e contra a política de segurança pública que criminaliza os pobres e a pobreza.

10) Responsabilizar as empresas pelos acidentes de trabalhos.

11) Contra o uso de agrotóxico e pelo insentivo da produção de alimentos saudáveis.

Continuaremos mobilizados, pois só há conquista para os trabalhadores e as trabalhadoras com luta do povo organizado!

Convidamos todo o povo mineiro para participar dessa marcha, unificados na construção de um Projeto Popular para o Brasil!

Para ter a liberdade, ainda que tardia, é preciso ir a luta e derrotar burguesia.

 

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30/04/2011

 

Começa o 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais

 

Carta de um Sem Terrinha aos participantes do encontro...

 

Olá, como estão vocês?

Meu nome é Emerson Enio Soares Santos.

Sou uma criança Sem Terra. Eu gosto de ir ao rio, brincar, capinar e andar de bicicleta.

No meu Acampamento tem uma Escola e eu estudo nela. Estou no 3º ano.

Gostaria que aqui virasse Assentamento logo, pois a Reforma Agrária está demorando muito.

A minha mãe está ai em Belo Horizonte, lutando pela nossa querida terra.

A terra está cansada de esperar.

Eu e meus colegas acreditamos que vai dar tudo certo.

Abraços.

Emerson.

 

Escola do Acampamento Novo Paraíso - Jequitaí - MG

25 de Abril de 2011

 

 

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29/04/2011 - MST e sindicatos ocupam sede do Ministério do Trabalho em MG

28/05/2011 - MAB - Atingidos por barragens participam de audiência com governador

28/04/2011 - MST se reúne com o Governador de Minas Gerais

27/04/2011 - MST realiza marcha no centro de Belo Horizonte e ocupa o INCRA

 

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27/04/2011

 

Informações gerais sobre o 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais

 

1 - Apresentação:

“Minas não quer CHOQUE, quer TERRA, TRABALHO e EDUCAÇÃO!”. Essa é a palavra de ordem dos Movimentos Sociais que denunciam o projeto político do governo de Minas, que privilegia o lucro das grandes empresas e reprime os/as trabalhadores/as que exigem seus direitos básicos, como moradia, melhores condições de trabalho e ensino público de qualidade.

Nesse sentido, os Movimentos Sociais de Minas Gerais, unidos pelo desejo de mudança da sociedade, convidam todo o povo mineiro a participar do 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais.

Venha construir o Projeto Popular para o Brasil, dia 30/4 a 2/5, na Praça da ALMG, Belo Horizonte (Av. Olegário Maciel/Av. Álvares Cabral).

 

2 - Agenda Geral:

• Acampamento dos movimentos sociais: 25 a 29/04/2011, na Praça da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

• II Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale: 25 a 29/04/2011, em Sarzedo.

• Audiência pública, dia 27/04/2011, às 13h30, na Câmara Municipal. Tema: + UMEIS + Valorização dos profissionais = Educação Infantil de qualidade.

• Dia internacional em memória das vítimas por acidente de trabalho: 28/04/2011, quinta-feira, às 09h00, na Praça Sete. Participação de todas as centrais sindicais e movimentos populares.

• Audiência pública contra acidentes de trabalho e uso abusivo de agrotóxico: 29/04/2011, sexta-feira, às 10h00, na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

• Audiência pública contra os impactos sociais da mineração: 29/04/2011, sexta-feira, às 10h00, na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

• 3º Encontro dos Movimentos Sociais, de 30/04 e 01/05/2011, das 08h00 às 22h00, na Praça da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

• Marchas rumo à Praça Sete, ato público contra acidentes de trabalho e uso abusivo de agrotóxico, 10h00, dia 02/05/2011.

 

3 - Programação do 3º Encontro - 30/04 a 02/05/2011:

 

30/04 – Sábado

08h - Chegada e credenciamento

09h - Conjuntura de Minas e do Brasil

14h - Acesso a terra: a conjuntura da reforma agrária e urbana em Minas

20h - Duelo de MC´s e show com Pereira da Viola e Violeiros

 

01/05 - Domingo

08h - As lutas no mundo trabalho: redução da jornada de trabalho, piso salarial regional, terceirizações e educação infantil

13h - Hip Hop

14h - A luta das tarifas públicas: energia, transporte, gás e água

19h - Companhia de teatro ZAP18

20h30 - Plenária de mulheres: a luta por educação infantil em Minas

 

02/05 - Segunda-feira

08h - Criminalização da pobreza e dos movimentos sociais

10h - Ato público na Praça Sete - Mapa

 

4 - Alojamento, o que levar?

O alojamento do 3º Encontro será no Colégio Marconi (30/4 a 02/5), que fica na Avenida do Contorno 8476, em Belo Horizonte. O alojamento será no ginásio esportivo. que possui estrutura para banho. O Colégio fica a poucos minutos de caminhada da Praça da ALMG.

Lembramos que os participantes devem levar: colchonete, roupa de cama, cobertores, materiais de higiene pessoal, prato, talher e caneca.

5 - Local da Plenária do encontro

As atividades de formação e as apresentações culturais acontecerão na Praça da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que fica na Avenida Olegário Maciel com Avenida Álvares Cabral, em Belo Horizonte.

6 - Contribuição para o 3º Encontro

Para garantirmos a estrutura do encontro solicitamos aos participantes uma contribuição simbólica de R$ 5,00. Essa contribuição deverá ser repassada para secretaria do encontro, durante o credenciamento ou nos intervalos da Plenária. A contribuição é facultativa.

7 - Comunicação: participe e ajuda a divulgar!

Ajude a divulgar o 3º Encontro, repassando o endereço eletrônico, as notícias, ou mesmo, distribuindo os panfletos e cartazes.

Solicitamos, ainda, que as organizações levem suas bandeiras e símbolos para o encontro e ato público.

 

Minas não quer CHOQUE, quer TERRA, TRABALHO e EDUCAÇÃO!

 

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27/04/2011 - Cartaz Oficial do 3º Encontro

27/04/2011 - Panfleto Oficial do 3º Encontro

25/04/2011 - Carta MST

24/04/2011 - O MST convida para ato de abertura da Jornada de Lutas

 

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Belo Horizonte, 17 de abril de 2011.

 

Minas não quer CHOQUE, quer TERRA, TRABALHO e EDUCAÇÃO!
 

Essa é a palavra de ordem dos Movimentos Sociais que denunciam o projeto político do governo de Minas, que privilegia o lucro das grandes empresas e reprime os/as trabalhadores/as que exigem seus direitos básicos, como moradia, melhores condições de trabalho e ensino público de qualidade.

Nesse sentido, os Movimentos Sociais de Minas Gerais, unidos pelo desejo de mudança da sociedade, convidam todo o povo mineiro a participar do 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais: por um Projeto Popular para o Brasil, que acontecerá em Belo Horizonte, entre dias 30 de abril e 02 de maio de 2011.

Entre as principais propostas do Encontro, destacam-se as seguintes reivindicações:

1)  Redução da Jornada de Trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salário.

2)  Implantação do Piso Salarial estadual.

3)  Por uma política de moradia popular e contra os despejos arbitrários anunciados pela Prefeitura de Belo Horizonte.

4)  Educação infantil ampla e gratuita.

5)  Por uma política de Reforma Agrária efetiva.

6)  Pela redução das tarifas públicas, em especial, as tarifas de energia, gás, água e transporte público.

7)  Pela aplicação da política do meio-passe para todos os estudantes.

8)  Contra o atual modelo de mineração adotado pelo estado, que favorece o lucro das empresas internacionais e gera grandes impactos ambientais.

9)  Pelo fim da ROTAM e contra a política de segurança pública que criminaliza os pobres.

 

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Belo Horizonte, 16 de abril de 2011.

 

Entendendo que o povo se torna mais forte quando se somam os braços e os projetos, os movimentos sociais, sindical e estudantil se uniram em busca da construção de programas e lutas comuns. São movimentos do campo e da cidade que lutam contra o agronegócio, contra o latifúndio, contra a reforma da previdência, contra os preços abusivos das tarifas públicas e contra qualquer medida que retire direitos dos trabalhadores. Acima de tudo, são organizações que tem em comum a luta por um projeto popular de Brasil, por uma sociedade mais justa e igualitária. Esta unificação toma forma no Encontro de Movimentos Sociais de Minas Gerais.

O primeiro encontro, realizado em 2006 teve como pautas principais a redução da tarifa de energia, contra as políticas do BIRD, BID e FMI, pelas reformas política e tributária, pela erradicação do trabalho escravo, penalização das empresas responsáveis por crimes ambientais, pela interrupção da transposição do Rio São Francisco, pela democratização da comunicação, pela Reforma Agrária e por um desenvolvimento sobre bases agroecológicas.

O segundo encontro, realizado entre 30 de Abril e 2 de Maio de 2007 pautou questões como a retirada das tropas brasileiras do Haiti, auditoria das dívidas interna e externa e seu não pagamento, contra a reforma da previdência, a redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários e o ensino e saúde gratuitos e de boa qualidade.

Construiremos o III Encontro de Movimentos Sociais de Minas Gerais em 2011, do dia 30 de Abril a 2 de Maio. Denunciando a realidade mineira de criminalização dos Movimentos Sociais, reafirmamos nossa luta pela mudança no modelo econômico, contra o latifúndio, pelos investimentos em educação, contra todas as formas de opressão e discriminação sexista, machista e homofóbica, e por mais direitos sociais para os trabalhadores. Pautaremos, principalmente, neste encontro a valorização do salário, o piso mínimo regional, a redução da jornada de trabalho, redução das tarifas públicas, como água, gás, transporte e energia elétrica, destinação dos royalties da mineração para a educação, contra a utilização de agrotóxicos e por um desenvolvimento agroecológico, reformas agrária e urbana efetivas, denunciando os despejos que vem acontecendo em Minas Gerais.

Sendo assim, convidamos todo o povo trabalhador para travar essa luta que é nossa e sem a qual os interesses das camadas mais exploradas da sociedade seguirão sendo atropelados. A defesa de um projeto popular para o Brasil e para Minas Gerais passa pela organização de seu povo!

   

3º Encontro dos Movimentos Sociais

** 2011 **

 

Participantes

 

feirahippie.com

ABEEF

AGB

ALEM

AMES BH

APACA

APJ

Asav

Assembléia Popular

Beija Lírios

Brigadas Populares

CA Agro UFV

CA MED UFU

CAAP UFMG

CACS UFMG

CACS Unimontes

Cáritas

CIMI

Coletivo Aranã

Coletivo Piracema

Coletivo Urucum

Coletivo Viramundo

Comitê Central Popular

Comunidades Quilombolas

Conan

CONCLAEA

Consulta Popular

CPT

CTB

CUT

DCE Anhanguera

DCE UFMG

DCE Una

DCE Alfenas

DCE UFSJ

DCE UFV

DCE UFVJM

ENEBIO

ENESSO

Entidades do 3º Setor

Fala Pedreira

Feab

Feac

Femeh

FETAEMG

Grêmio do CEFET

Grêmio Estadual Central

Intersindical

Jornal A Verdade

Jornal Brasil de Fato

MMM

MEL

MINGA Juvenil

MNLM

MLB

MAB

MPA

MTD

MST

MLC

MSP

NCST

Ocupação Dandara

Ocupação Irmã Dorothy

Pastorais Sociais

PCdoB

PCR

Portal Minas Livre

Praia da Estação

PT

Recid MG

Refundação Comunista

Retalho de Fulô

Somos a Massa Crítica de BH

Sindidados

Sindágua

Sindieletro

Sindigasmig

Sindijornalistas

Sindimassas

Sindimetal

Sindimetro

Sindipetro

Sindisociólogos

Sindpol

Sindrodoviários

SindUTE

Sintrocel

Sinttel

STR´s

UEE

UJR

UJS

Unegro

UNICAFES

USW – Canadá

Via Campesina