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Visite o canal oficial de comunicação do
4º Encontro dos Movimentos Sociais (2012):
minaslivre.com.br/encontromovimentossociais



Enviado por: Carlos Soares
12/04/2012

Enviado por: Carlos Soares
02/09/2011

Enviado por: Carlos Soares
31/08/2011
Mensagem de Leonardo Boff aos professores
Queridos colegas professoras e professores,
Estou estarrecido face à insensibilidade do Governador Anastasia
face a uma greve dos professores e professoras por tanto tempo.
Ele precisa ser inimigo de sua própria humanidade para fazer
isso.
Ele não ama as crianças, não respeita seus pais, despreza uma
classe de trabalhadores e trabalhadoras das mais dignas da
sociedade, aquelas pessoas a quem nós confiamos nossos filhos e
filhas para que recebam educação e aprendam a respeitar os
outros e a acatar as autoridades que foram eleitas para cuidar
dos cidadãos.
Essa intolerância mostra falta de coração e de compaixão no
sentido mais nobre desta virtude que é sentir a necessidade do
outro, colocar-se ao seu lado para aliviar seu padecimento e
resgatar a justiça mínima de um salário necessário para a vida.
Recordo as palavras da revelação consignadas no livro do
Eclesiástico capitulo 34 versículo 27: “Derrama sangue, quem
priva o assalariado de seu salário”. Não queremos um governador
que aceita derramar sangue por não querer ceder nada aos
professores e professoras que pedem o que é minimamente certo e
justo.
Quero me solidarizar com todos vocês e apoiar as revindicações
que estão formulando.
Com meus melhores votos e também preces diante dAquele que
sempre escuta o grito dos oprimidos e injustiçados.
Leonardo Boff
Teólogo e escritor
Enviado por: Carlos Soares
26/08/2011
Calendário de atividades aprovado durante a Assembleia Estadual
- 25/08 - Fórum Técnico de Segurança nas Escolas – Araxá
- 26/08 - Atividades em Tiradentes e Fórum Técnico sobre o PSPN
na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
- 29/08 - Entrega do dossiê da Educação para a Organização
Internacional do Trabalho (OIT) durante encontro na Fecomércio
que vai discutir sobre o trabalho decente.
- 31/08 – Assembleia Estadual no Pátio da ALMG – 14h.
- Realização de encontros locais e regionais até a próxima
assembleia em parceria com entidades sindicais e movimentos
sociais.
Marcha pela Educação reúne mais de 9 mil em Belo
Horizonte
Dia de Luta pela Educação uniu entidades dos
movimentos sindical e social em solidariedade aos trabalhadores
do magistério em greve desde o dia 8 de junho
Rogério Hilário / Sind-UTE/MG
Como parte da Jornada de Lutas do apoio dos movimentos sociais e
do movimento sindical em apoio à greve dos trabalhadores e
trabalhadoras em educação de Minas Gerais, cerca de 9 mil
pessoas participaram no final da tarde de quarta-feira (24) da
Marcha pela Educação. A passeata, que começou após a assembleia
dos educadores no pátio da Assembleia Legislativa (ALMG),
terminou na Praça da Rodoviária, no Centro de Belo Horizonte,
onde aconteceu um ato público.
Os manifestantes fecharam as ruas e avenidas no entorno da
Avenida Afonso Pensa por volta de duas horas. O trânsito ficou
praticamente parado nas avenidas do Contorno, Amazonas, Nossa
Senhora do Carmo, Cristiano Machado e Antônio Carlos.
A marcha e o ato finalizaram o Dia de Luta pela Educação, que
uniu entidades dos movimentos sindical e social em solidariedade
aos trabalhadores e trabalhadoras em educação, que estão em
greve desde o dia 8 de junho pelo pagamento do Piso Salarial
Profissional Nacional. A rede de apoio também arrecadou recursos
para ajudar o Sind-UTE/MG a pagar as despesas com assembleias e
paralisação.
Durante a assembleia de quarta-feira, os educadores aprovaram a
continuidade da paralisação e comemoraram uma boa notícia:
acórdão publicado na quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal
(STF) para cumprimento da Lei 11.738, que determina aos Estados
o pagamento do piso nacional de R$ 1.187, 97 para jornada de
trabalho de até 40 horas semanais.
Com faixas, bandas de música e bandeiras, os professores fizeram
muito barulho na assembleia. "É greve, é greve, é greve até o
Anastasia pagar o piso que nos deve!", gritavam. Visivelmente
empolgados, alguns choraram. Uma nova assembleia está marcada
para a próxima quarta-feira (31).
Dirigentes de sindicatos de várias categorias, como bancários,
eletricitários e servidores públicos municipais e federais, além
de estudantes e professores de universidades, entre elas a UFMG
e a PUC Minas, integrantes do Movimento Sem Terra (MST), do
Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), e até
representantes das nações indígenas foram à assembleia para dar
apoio ao movimento dos educadores. O grupo Tambolelê fez uma
rápida apresentação e puxou a marcha.
“A luta dos professores é justa. O governo tem que cumprir a
lei e pagar o piso. Estamos aqui para dar apoio ao movimento”,
disse o cacique Massaranduba, da tribo pataxó de Porto Seguro,
Bahia, que estava em Belo Horizonte visitando estudantes
indígenas da UFMG. Pataxós, xacriabás e tupiniquins portavam
faixas de solidariedade à greve e dançaram no pátio da ALMG,
juntamente com alguns professores e militantes dos movimentos
sociais.
No ato público, na Praça da Rodoviária, dirigentes e militantes
dos movimentos sindical e social falaram em apoio aos
educadores. “Quero parabenizar o movimento dos trabalhadores em
educação e também a unidade dos movimentos sociais e sindical,
que construíram esta marcha e este ato históricos. A luta dos
trabalhadores em educação e do Sind-UTE é de de toda a classe
trabalhadoras conta o governo Anastasia”, disse Marco Antônio de
Jesus, presidente da CUT-MG.
“O movimento dos educadores se tornou o símbolo da unidade dos
movimentos sociais. Com a rede de solidariedade conseguimos
arrecadar mais de R$ 400 mil e podemos chegar R$ 600 mil, com a
ajuda da CUT. Precisamos segurar esta greve para dobrar o
governo do Estado. Levamos para o governo federal e para o
Congresso Nacional dossiês sobre a educação em Minas Gerais. A
greve já se tornou assunto nacional”, falou Jairo Nogueira,
coordenador do Sindieletro-MG.
“Parabenizo os trabalhadores em educação, em nome da CUT
Nacional e de nosso presidente, Artur Henrique. Estamos com
vocês até a vitória”, disse Shakespeare Martins de Jesus, da
Direção Nacional da CUT.
José Maria Santos, do Sindágua-MG, se emocionou com a
assembleia, a marcha e o ato. “O movimento dos educadores e a
união dos movimentos sociais me emocionou. Há muito tempo não
via algo tão intenso como hoje. Finalmente, depois de muitos
anos, vejo os trabalhadores unidos se levantando contra o
governo do Estado. Estamos num momento histórico.”
STF garante o piso
O acórdão publicado quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal
(STF) para cumprimento da Lei 11.738, que determina aos Estados
o pagamento do piso nacional de R$ 1.187, 97 para jornada de
trabalho de até 40 horas semanais, foi motivo de comemoração
entre os professores. Eles lotaram o pátio da Assembleia
Legislativa e, numa votação calorosa, aprovaram a continuidade
da greve
"Foi uma feliz coincidência que o STF publicasse essa decisão no
mesmo dia da nossa assembleia e um dia depois de o governo
apresentar novas propostas para o subsídio, que não é piso
salarial", afirmou a coordenadora do Sindicato Único dos
Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira. O
sindicato anunciou que vai aguardar agora uma atitude do
Ministério Público Estadual (MPE) para cobrar o cumprimento da
lei.
O Sind-UTE não aceita o subsídio criado pelo governo do Estado e
só negocia um valor proporcional para os contratos de 24 horas
semanais desde que o governo tome como referência o piso
nacional e não incorpore os benefícios (quinquênios, auxílios
alimentação e transporte) ao vencimento básico. "O Estado pode
até pagar o valor proporcional que seria R$ 712 para 24 horas
semanais".Trabalhadores/as em educação decidem: a greve continua
por tempo indeterminado
Greve
continua
Em Assembleia Estadual realizada na quarta-feira (24) no Pátio
da ALMG, em Belo Horizonte, cerca de 9 mil trabalhadores/as em
educação, sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores
em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), decidiram continuar
em greve por tempo indeterminado.
Pela manhã, o Comando Geral de Greve esteve reunido para
avaliação do movimento e da nova proposta de política salarial
para a educação, anunciada na terça-feira (23), pelo governo do
Estado, através das Secretarias de Estado da Educação e do
Planejamento e Gestão.
A direção do Sind-UTE/MG entende que a proposta de política
salarial para a educação anunciada pelo Governo de Minas não faz
justiça às reivindicações da categoria.
O Projeto de Lei que o governo enviará à Assembleia Legislativa,
segundo a Secretaria de Estado da Educação, possui propostas de
aperfeiçoamentos na política salarial dos profissionais da
educação do Estado que entrou em vigor em janeiro deste ano; mas
os trabalhadores em educação não entendem desta forma.
A coordenadora-geral do Sindicato, Beatriz Cerqueira, explica
que a nova proposta foi discutida amplamente com a categoria
durante a Assembleia Estadual e por fim foi rejeitada. “Essa
proposta comprova que o governo não apresenta melhorias para a
educação. Nossa luta é pelo Piso Salarial e, aperfeiçoar o
subsídio não atende à categoria”, afirma.
A categoria está em greve desde o dia 8 de junho. A
reivindicação é pelo imediato cumprimento do Piso Salarial
Profissional Nacional (PSPN), que segundo avaliações do MEC está
estipulado atualmente em R$ 1.187,00. O governo de Minas paga
hoje de vencimento básico, o valor hoje R$ 369,00.
Enviado por: Carlos Soares
25/08/2011
O INCRA DE BH ESTÁ OCUPADO E TRANCADO PELO MST,
MAB e CPT: nenhum funcionário pode entrar para trabalhar.
A situação é muito tensa no local. Os sem terra estão sem café
da manhã, pois não tem dinheiro para comprar pão e café. Estamos
pedindo ajuda solidária das pessoas de boa vontade para ajudar
na alimentação do povo sem terra e atingidos por Barragens a
levar para frente uma luta mais do que justa. Quem puder ajudar,
entre em contato, nos celulares, abaixo, referidos.
O INCRA de Minas Gerais, com sede na Av. Afonso Pena, 3.500, em
Belo Horizonte, MG, está ocupado pela VIA CAMPESINA (MST, MAB,
CPT) desde o dia 22 de agosto de 2011, mas, hoje, dia 25/08,
quinta-feira, a ocupação foi radicalizada. O INCRA FOI FECHADO
PELOS 400 MILITANTES DO MST, do MAB e da CPT. Nenhum funcionário
pode entrar para trabalhar. Os funcionários estão proibidos de
entrar no INCRA. Os funcionários só poderão voltar a trabalhar
no INCRA após o Governo Federal, em Brasília, atender
reivindicações da VIA CAMPESINA QUE ESTÁ COM 4.000 MILITANTES
ACAMPADOS EM BRASÍLIA.
A luta da VIA CAMPESINA DE MG FAZ parte da Jornada Nacional de
Luta pela Reforma Agrária e pela Educação.
A Via Campesina segue também apoiando a Greve dos Professores da
Rede Estadual de Educação de MG. Ontem, dia 24/08, em Assembleia
Geral, os professores resolveram continuar a Greve por tempo
indeterminado até o Governador Antonio Anastasia atender as
reivindicações dos educadores. Entendemos que a greve dos
professores para que o Governo estadual, sr. Anastasia, passe a
pagar o Piso Salarial Nacional é justa, legítima e necessária.
Contatos para maiores informações:
Sílvio Neto: (31) 9300 9717
Paulo: (31) 9343 3162.
Um abraço afetuoso.
Gilvander Moreira, frei Carmelita.
Enviado por: Carlos Soares
12/08/2011
Moção de apoio a greve dos
trabalhadores e trabalhadoras da educação em Minas Gerais
Os movimentos sociais do campo e da
cidade, reunidos no Seminário da Plataforma Operária e Camponesa
da Energia realizado na cidade de Ponte de Nova nos dias 17 e 18
de agosto de 2011, manifestam seu total apoio a greve dos
trabalhadores e trabalhadoras da educação em Minas Gerais. O
governo estadual, que tem a frente o também professor Antônio
Augusto Anastasia (PSDB), demonstra mais uma vez o seu
compromisso com um projeto que está a serviço das elites
pautadas pela agenda neoliberal e comprova o seu desprezo pelas
demandas populares.
Repudiamos a não abertura de
negociação por parte do governo, o corte dos salários, a
contratação em caráter de urgência de 3 mil profissionais para
substituir os grevistas, muitos destes sem a qualificação
adequada, e a forma truculenta e anti-democrática com que estão
sendo tratadas as manifestações públicas da greve. Condenamos a
forma com que os principais meios de comunicação do estado vem
tratando a luta dos professores e professoras. Com uma cobertura
desonesta, tentam de toda forma colocar a população contra o
movimento desqualificando a pauta e encobrindo o caos que impera
na educação em Minas Gerais.
É preciso expandir esta luta para
toda a sociedade. Envolver o maior número de organizações
possíveis e construir uma aliança operária e camponesa para
fortalecer a construção de um Projeto Popular para Brasil que
faça com que nossos bens naturais estejam a serviço da classe
trabalhadora bem como que haja respeito com tudo que é essencial
para a vida como o trabalho dos educadores e educadoras.
Mexeu com os professores, mexeu
comigo!
Ponte Nova, 18 de agosto de 2011
Assinam:
MAB
MST
Via Campesina
SINDIELETRO
ENEBIO - Entidade Nacional dos
Estudantes de Biologia
Frente de Promoção e Defesa da Vida
de Piranga
Sindicato dos Trabalhadores Rurais
de Simonésia
Partido dos Trabalhadores de Ponte
Nova
Consulta Popular
Escola Família Agrícola de Jequeri
Pastoral da Juventude
Pastorais Sociais
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Enviado por: Carlos Soares
12/08/2011
Plenária de apoio à luta dos
professores e professoras do estado de Minas Gerais
Convocação ao 16 e 24 de agosto -
Dia Unificado de Luta dos Movimentos
Belo Horizonte, 11 de agosto de 2011
Na sede do Sindieletro, cerca de 80
militantes sociais, entre 40 organizações sindicais, estudantis
e populares, se reuniram para debater os próximos passos da
jornada de lutas no estado. Motivados pelo apoio a luta dos
trabalhadores da educação, essas organizações perceberam a
urgência da pauta da unidade e a necessidade do acúmulo de força
social contra o governo de Minas.
A luta pela educação de qualidade
deixa de se restringir a uma determinada categoria ou sindicato,
para se transformar numa luta de todos aqueles que defendem a
luta popular. Assim, a greve dos professores extrapola a própria
categoria, sendo uma luta dos estudantes e demais
trabalhadores/as, uma luta da sociedade em geral.
Essa plenária pretende dar um recado
para o governo de Minas: a luta dos/as trabalhadores/as não vai
parar! Continuaremos em luta por melhores salários, pela
aplicação do piso salarial da educação, pelo meio passe
estudantil, pela qualidade das escolas no campo, pela reforma
agrária, contra as parcerias público privadas, etc.
Apoiar a luta dos professores neste
momento representa um marco para os movimentos sociais, pois
demonstra ao governo que não aceitaremos a falta de diálogo, a
redução de direitos básicos dos trabalhadores e as suas mentiras
nos meios de comunicação. Se o governo pretende isolar e
combater a greve em curso dos professores, demonstraremos nas
ruas a força da unidade dos trabalhadores de Minas Gerais.
Iremos romper com este isolamento.
Tal articulação não nasce do nada.
Surge a partir do exemplo das lutas recentes, como o processo de
construção do 3º Encontro dos Movimentos Sociais e as lutas de
2010. E é com o mesmo ânimo e convicção na mudança que os
movimentos sociais de Minas continuam em marcha, convocando
todas as entidades que se identifiquem com esta proposta para
comparecerem na nossa próxima reunião e outras atividades.
Próxima reunião:
Quarta-feira, 17/08, 19h00, no
Sindieletro.
Calendário Agosto:
16 - Terça-feira - 14h - Mobilização
unificada, assembleia legislativa, 14h00.
18 - Quinta-feira -14h - Ato minério
tem que ser nosso, centro de Belo Horizonte.
18 - Quinta-feira - 19h - Manifesto
sobre o apoio a luta dos trabalhadores, colégio Pio XII.
22 - Segunda-feira - Ato pró-metrô,
Betim.
24 - Quarta-feira - Grande
mobilização unificada!
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Seminário de Preparação do Grito dos
Excluídos
Enviado por: Rômulo M. Fernandes
(Alemão)
04/08/2011

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Plenária dos
Movimentos Sociais
Enviado por: Carlos Soares -
24/07/2011
O
Fato
Aconteceu ontem,
23/07/2011, na sede do Sindieletro em Belo Horizonte, a Plenária
dos Movimentos Sociais. Representantes de diversas entidades
sociais, populares, sindicais, estudantis e políticas, como o
MAB, MST, Via Campesina, Sindieletro, Sindifisco, Sindiute,
Sindipol, PT, Pastorais Sociais, PCR, FSS, Marcha Mundial das
Mulheres, feirahippie.com, UEE, Grêmio CEFET entre outras.
A plenária, convocada
para discutir e apontar caminhos, girou em torno de 3 eixos
principais: soberania e mineração, greves e tarifas públicas.

Os companheiros do
Sindieletro denunciaram a forma de cálculo e o elevado custo das
tarifas de energia, para o consumidor residencial, em nosso
Estado. Tarifas diferenciadas para residências e indústria são a
causa maior do elevado custo da tarifa para o consumidor
doméstico. Uma inversão clara de valores e que faz do país um
dos maiores exportadores de energia barata, em detrimento de sua
população. A altíssima carga tributária incidente sobre os
preços da energia é outro fator claro de injustiça social.
A companheira Marili,
do MST denunciou a perseguição e o descaso das autoridades para
com a questão agrária em Minas Gerais. Famílias estão em
acampamentos a mais de 10 anos. Com o avanço do agronegócio e a
falta de uma política fundiária justa e honesta, acampamentos
que já deveriam de ter sido regularizados, estão correndo risco
de despejo. A criação de barragens para a geração de energia,
também estão no caminho dos assentamentos, criando a esdrúxula
situação de "sem-terras atingidos por barragens".
O deputado Rogério
Correia, do PT e do bloco parlamentar Minas Sem Censura,
denunciou, uma vez mais, o "Estado de Exceção" a que a
população de Minas Gerais está sendo submetida: imprensa
regiamente comprada, comprometida e calada; Ministério Público e
Tribunal de Contas passivos; Justiça alinhada e políticos
cooptados e cúmplices. Os companheiros do Sindifisco, Sindiute e
Sindipol denunciaram a "justialização" do direito de greve.
Denunciaram o que parece ser uma orquestração
executivo/judiciário para atropelar o direito mais elementar dos
trabalhadores: reivindicar melhores condições de trabalho e de
vida.
Os estudantes seguem
em sua luta pelo direito de meia passagem nos transporte
coletivo da cidade. Belo Horizonte é a cidade com a maior tarifa
de transporte público,entre as grandes capitais do país, e tem
um dos piores serviços.
A
análise
Ao esticar o elástico
da injustiça, do abuso e da omissão, parece que os poderes
públicos estabelecidos de Minas Gerais se tornaram reféns de um
círculo vicioso: reprimir, esconder, mentir. Não se dão conta de
que o elástico, já esticado em seu máximo, se voltará contra
eles. Estão criando, em Minas, as condições para uma mudança sem
precedentes na política e na sociedade.
A união das diversas
entidades sindicais; o encontro definitivo dos movimentos
sociais do campo e da cidade; a proposição de novos paradigmas
de luta e de enfrentamento e a comunicação renovada com a
sociedade, exporá as falácias e as mentiras ocultadas pela
"grande" imprensa corrompida. A sociedade acabará por
compreender que as greves, os confrontos, as passeatas e
o caos no trânsito têm um único responsável: este governo
mentiroso, omisso e comprometido com práticas políticas velhacas
e imorais.
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Plenária dos
Movimentos Sociais
Enviado por: Rômulo M. Fernandes
(Alemão) - 18/07/2011
Agenda da Plenária
|
8h00 - 8h30 |
Chegada,
café, acolhida. |
|
8h30 - 9h00 |
Fala de
apresentação da coordenação: focar nos desafios e
retomar o 3º Encontro dos Movimentos Sociais. |
|
9h00 - 10h30 |
Apresentação
dos três assessores. |
|
10h30 - 11h00 |
Trabalho de
grupos, focar na questão/desafio: como os movimentos
sindical, estudantil e popular podem avançar nas lutas?
|
|
11h00 - 11h30 |
Lanche. |
|
11h30 - 12h30 |
Plenária:
retorno dos grupos e intervenções em plenária.
|
|
12h30 - 13h30 |
Fechamento da
coordenação: síntese, calendário, apontamentos, etc. |

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Plenária dos
Movimentos Sociais
Enviado por: Carlos Soares -
15/07/2011
Na quinta-feira
aconteceu a última reunião preparatória para a Plenária dos
Movimentos Sociais. Realizados os últimos encaminhamentos,
restou confirmada a data e o horário já informados: dia
23/07/2011, de 8 às 14h. A plenária acontecerá na sede do
SINDELETRO / MG, à Rua Mucuri, 271 - Floresta - Belo Horizonte -
MG.
A elaboração da arte
e do panfleto ficou por conta do colega da Feira Hippie, Marcelo
Braga e será divulgado neste sítio.
A participação de um
representante dos diversos movimentos populares e sociais é
muito importante e estão todos convidados.
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Plenária dos
Movimentos Sociais
Enviado por: Rômulo M. Fernandes
(Alemão) - 14/07/2011
Olá companheiros
(as),
No dia 07/07/2011,
no sindicato dos jornalistas, em Belo Horizonte, compareceram
diversas organizações populares com o objetivo de articular a
PLENÁRIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, dando continuidade do processo
do 3º Encontro dos Movimentos Sociais ("Minas não quer Choque,
quer Terra, Trabalho e Educação") e fortalecendo as lutas
populares no nosso estado.
Dentre os principais
encaminhamentos destacamos:
1) Data e
horário da PLENÁRIA: 23/07/2011, sábado, de 8 às 14hs.
2) Local da
PLENÁRIA: Sindieletro.
3) Objetivos da
PLENÁRIA: fortalecer as lutas, levantar desafios comuns para as
organizações, construir uma análise de conjuntura coletiva, etc.
4) Programação
da PLENÁRIA: mística, fala de abertura (retomar o processo do 3º
Encontro e trazer novos desafios), abordar os 03 eixos (tarifas
públicas, soberania/mineração, lutas/greves do período), debate
coletivo e encaminhamentos (trabalho de base, desafios,
calendário, planejamento, etc.).
5) Lanche da
PLENÁRIA, responsáveis: Neila e Jeferson.
6) Mobilização
da PLENÁRIA, responsável: Alessandro da PJ. Todos(as).
7) Próxima
reunião de CONSTRUÇÃO: dia 14/07/2011, quinta-feira, no
Sindicato dos Jornalistas, 19h00.
TODOS(AS) ESTÃO
CONVIDADOS(AS) A PARTICIPAR DA PLENÁRIA E DA NOSSA PRÓXIMA
REUNIÃO DE CONSTRUÇÃO.
Saudações!
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Campanha O Minério Tem Que Ser Nosso
Enviado por: Rômulo M. Fernandes
(Alemão) - 14/07/2011


Participe, divulgue!
Baixe,
aqui,
o estudo completo realizado pelo ILAESE - Instituto
Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos
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A luta continua...
Enviado por: Carlos Soares -
14/07/2011
Em reunião acontecida
no dia 07/07/2011 com os companheiros do 3º Encontro, entendi
que seria interessante reativar o site daquele evento.
Socializar as conquistas e os novos desafios a serem
enfrentados, ser um ponto de apoio para as informações
divulgadas por cada movimento social, esta é a proposta. A
criação de um blog, que facilite a colaboração de todos, está
nos planos. E vamos, que vamos...
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04/05/2011
Fotos da marcha final
em 02/05/2011
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03/05/2011
Movimentos Sociais conquistam vitórias com a Jornada de Lutas
Geanini Hackbardt - (31) 8881-2806 -
Setor de Comunicação do MST

A
Jornada de Lutas do MST e o III Encontro dos Movimentos Sociais,
que reuniu organizações do Campo e da Cidade e Centrais
Sindicais, encerrou hoje, 02 de maio de 2011, de forma
vitoriosa. No acampamento do MST, da Via Campesina e no encontro
aconteceram debates sobre temas variados como a nocividade do
uso de agrotóxicos, o piso salarial, a reforma agrária, a
redução das tarifas públicas e a exploração e entrega das nossas
riquezas nas mãos de grandes empresas transnacionais.
O MST
cobrou ações do governo federal e estadual para dar continuidade
à Reforma Agrária, estagnada há anos no estado. Foram realizadas
marchas e ocupações e como resposta houve reuniões com o INCRA
nacional, treze secretárias do estado e com o próprio
governador, Antonio Anastasia.
Como
parte da Jornada, hoje foi comemorado o dia do trabalhador em
tom de protesto, diferenciando as atividades desta data, que têm
sido tratadas como festa. Na primeira hora do dia as Brigadas
Populares, que têm como principal bandeira de luta o direito à
moradia, ocuparam o prédio da IPSEMG, para denunciar o descaso
com as famílias sem teto da capital e pressionar o poder público
contra os despejos. Em seguida, os Movimentos Sociais e as
Centrais Sindicais iniciaram uma marcha, partindo da Assembléia
Legislativa, com destino a Praça Sete. A marcha, que contava com
cerca de 1500 manifestantes, contornou a Praça da Liberdade e
parou diante do prédio ocupado, aonde foi feito um ato político
e o resgate dos militantes que se encontravam dentro das
instalações do IPSEMG, acuados pela polícia.

Juntos,
todos os movimentos seguiram em direção a Praça Sete, aonde
pararam o trânsito e realizaram outro ato político, contando com
a participação de deputados e dirigentes sindicais e sociais.
Neste momento, as Centrais Sindicais anunciaram que, fruto do
processo de mobilização desta jornada, outra conquista havia
sido alcançada. Em reunião com o governador, pela manhã, foi
tirado o compromisso do governo do estado com o piso salarial
estadual, uma decisão que afeta milhões de trabalhadores.
Saiba mais:
http://abrilvermelho-mg.blogspot.com/
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03/05/2011
II
Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale
Mais de 50 delegados
de vários países do mundo encontraram-se em Belo Horizonte para
debater estratégias de resistência contra impactos e ameaças
sócio-ambientais e trabalhistas provocados pela mineradora.
Linhas políticas contundentes unificam o movimento.
Um histórico de anos
de resistência, em diversos países do mundo, levou os movimentos
e as comunidades que se consideram atingidas pelas operações da
mineradora Vale a realizar o II Encontro Internacional dos
Atingidos pela Vale.
Em 2010, em ocasião
da primeira edição, 160 pessoas de 12 diferentes países
inauguraram essa estratégia de articulação entre vítimas do
ciclo de mineração e siderurgia da multinacional verde e
amarela.
Ao longo do ano
passado, vários eventos e atividades pautaram a resistência do
movimento: entre eles, a greve de um ano inteiro no Canadá, a
participação a várias assembléias de acionistas da Vale
expressando as críticas das comunidades, a divulgação do Dossiê
dos Impactos e Violações da Vale no mundo, a atuação da
Federação Internacional dos Direitos Humanos em pesquisa das
violações de direitos em dois casos de Açailândia/MA e ação
penal interposta contra dois diretores da siderúrgica CSA no Rio
de Janeiro.
Ao chegar do novo
ano, o Movimento Internacional dos Atingidos voltou a convocar
um encontro, de tal forma que entre 25 e 29 de abril de 2011
encontraram-se em Belo Horizonte cerca de 50 representantes de
comunidades, sindicatos, movimentos sociais e de ambientalistas
para debater a conjuntura econômica e política da Vale, trocar
experiências a respeito de seus impactos no mundo e afinar
métodos e atividades para o futuro de curto e médio prazo. A
presença de delegações de Moçambique, Indonésia e Canadá, bem
como a representação do Observatorio Minero de Conflictos en
America Latina (OCMAL), enriqueceram o debate e a força do
movimento.
Algumas linhas
políticas chave foram traçadas na ocasião.
O movimento luta pela institucionalização de territórios livres
da mineração (áreas de exclusão), pelo direito de dizer não a
novos empreendimentos e pela consulta prévia às populações
atingidas pelo ciclo de mineração.
Onde há operações já
instaladas, exige reparação integral dos impactos e indenizações
para as pessoas e comunidades.
É urgente a reflexão
sobre a agregação dos custos sociais e ambientais da mineração,
bem como o aumento dos royalties, sua distribuição (com controle
social) a todos os municípios atingidos e sua destinação social,
inclusive quanto ao futuro das comunidades.
Os atingidos lutam
pela democratização das decisões da empresa, contra a sua
criminalização, contra a precarização do trabalho e pelo fim do
financiamento público à Vale.
A discussão não se
reduz à empresa, mas tem a clara percepção das conexões e
cumplicidades entre esta, todo o sistema de mineração e o
próprio Estado. Também em seus objetivos, os atingidos visam
ampliar a discussão sobre o modelo de desenvolvimento e
exploração mineral para função social, levando em conta o debate
atual sobre os direitos da natureza e o bem-viver.
Saiba mais:
http://www.justicanostrilhos.org/nota/721
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02/05/2011 - Jornal
Brasil de Fato - Especial - PDF
02/05/2011 -
Nota das
Brigadas Populares à imprensa e à sociedade
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02/05/2011
3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais
Documento final
Belo Horizonte, 02 de maio de 2011
MINAS PRECISA SER governada pelo seu povo. Hoje a gestão
Anastasia governa para as grandes empresas transnacionais
que atuam na mineração, no agronégócio, na energia e em
outros setores, entregando nossos recursos naturais e
criminalizando e reprimindo os movimentos organizados que
lutam pela garantia dos direitos. Mas os
trabalhadores e as trabalhadoras não aceitam esse projeto e
reagem com mobilizações populares, com a retomada das lutas
e da articulação por um Projeto Popular para Minas Gerais.
As amplas maiorias desse estado, as forças progressistas
e democráticas não tardarão a
realizar transformações estruturais que
democratizem o acesso à cultura, educação, saúde, terra e
trabalho.
Nesse sentido, o 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas
Gerais, realizado na Praça da Assembléia Legislativa em Belo
Horizonte, entre os dias 30 de abril e 02 de maio, demonstra
a força dos movimentos sociais e o desejo de mudança. Mais
de 2 mil participantes, de 100 organizações sindicais,
estudantis e populares de todos os cantos de Minas, deram o
exemplo da força da unidade para conquistar seus direitos,
reivindicando:
1) Redução da jornada de trabalho, sem redução de salário.
2) Implantação do piso salarial estadual.
3) Educação infantil ampla e gratuita: creches públicas de
qualidade para todas as crianças de 0 a 6 anos.
4) Reforma agrária popular: pela suspensão dos despejos,
por um plano de desenvolvimento dos assentamentos rurais e o
imediato assentamento das 3 mil famílias acampadas.
5) Redução das tarifas públicas de energia, gás, água e
transporte público que encarecem o custo de vida das famílias de
trabalhadores.
6) Política de moradia popular e contra os despejos arbitrários
anunciados pela Prefeitura de Belo Horizonte.
7)
Aplicação da política do meio-passe para todos estudantes.
8) Contra o atual modelo de mineração adotado pelo estado que
favorece o lucro das empresas internacionais e gera grandes
impactos ambientais e sociais.
9) Pelo fim da ROTAM e contra a política de segurança pública
que criminaliza os pobres e a pobreza.
10)
Responsabilizar as empresas pelos acidentes de trabalhos.
11)
Contra o uso de agrotóxico e pelo insentivo da produção de
alimentos saudáveis.
Continuaremos mobilizados, pois só há conquista para os
trabalhadores e as trabalhadoras com luta do povo
organizado!
Convidamos todo o povo mineiro para participar dessa
marcha, unificados na construção de um Projeto Popular para
o Brasil!
Para ter a liberdade, ainda que tardia, é preciso ir a luta
e derrotar burguesia.
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30/04/2011
Começa o 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais
Carta
de um Sem Terrinha aos participantes do encontro...
|
Olá, como estão
vocês?
Meu nome é Emerson
Enio Soares Santos.
Sou uma criança Sem
Terra. Eu gosto de ir ao rio, brincar, capinar e andar de
bicicleta.
No meu Acampamento
tem uma Escola e eu estudo nela. Estou no 3º ano.
Gostaria que aqui
virasse Assentamento logo, pois a Reforma Agrária está demorando
muito.
A minha mãe está ai
em Belo Horizonte, lutando pela nossa querida terra.
A terra está cansada
de esperar.
Eu e meus colegas
acreditamos que vai dar tudo certo.
Abraços.
Emerson.
Escola do Acampamento Novo
Paraíso - Jequitaí - MG
25 de Abril de 2011
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29/04/2011 -
MST e sindicatos ocupam sede do Ministério do Trabalho em MG
28/05/2011 - MAB - Atingidos por
barragens participam de audiência com governador
28/04/2011 - MST se reúne
com o Governador de Minas Gerais
27/04/2011 - MST realiza
marcha no centro de Belo Horizonte e ocupa o INCRA
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27/04/2011
Informações gerais sobre o 3º Encontro dos Movimentos Sociais de
Minas Gerais
1 - Apresentação:
“Minas não quer
CHOQUE, quer TERRA, TRABALHO e EDUCAÇÃO!”. Essa é a palavra de
ordem dos Movimentos Sociais que denunciam o projeto político do
governo de Minas, que privilegia o lucro das grandes empresas e
reprime os/as trabalhadores/as que exigem seus direitos básicos,
como moradia, melhores condições de trabalho e ensino público de
qualidade.
Nesse sentido, os
Movimentos Sociais de Minas Gerais, unidos pelo desejo de
mudança da sociedade, convidam todo o povo mineiro a participar
do 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais.
Venha construir o
Projeto Popular para o Brasil, dia 30/4 a 2/5, na Praça da ALMG,
Belo Horizonte (Av. Olegário Maciel/Av. Álvares Cabral).
2 - Agenda Geral:
• Acampamento dos
movimentos sociais: 25 a 29/04/2011, na Praça da Assembléia
Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte.
• II Encontro
Internacional dos Atingidos pela Vale: 25 a 29/04/2011, em
Sarzedo.
• Audiência pública,
dia 27/04/2011, às 13h30, na Câmara Municipal. Tema: + UMEIS +
Valorização dos profissionais = Educação Infantil de qualidade.
• Dia internacional
em memória das vítimas por acidente de trabalho: 28/04/2011,
quinta-feira, às 09h00, na Praça Sete. Participação de todas as
centrais sindicais e movimentos populares.
• Audiência pública
contra acidentes de trabalho e uso abusivo de agrotóxico:
29/04/2011, sexta-feira, às 10h00, na Assembléia Legislativa de
Minas Gerais.
• Audiência pública
contra os impactos sociais da mineração: 29/04/2011,
sexta-feira, às 10h00, na Assembléia Legislativa de Minas
Gerais.
• 3º Encontro dos
Movimentos Sociais, de 30/04 e 01/05/2011, das 08h00 às 22h00,
na Praça da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, em Belo
Horizonte.
• Marchas rumo à
Praça Sete, ato público contra acidentes de trabalho e uso
abusivo de agrotóxico, 10h00, dia 02/05/2011.
3 - Programação do 3º
Encontro
- 30/04 a 02/05/2011:
30/04 – Sábado
08h - Chegada e
credenciamento
09h - Conjuntura de
Minas e do Brasil
14h - Acesso a terra:
a conjuntura da reforma agrária e urbana em Minas
20h - Duelo de MC´s e
show com Pereira da Viola e Violeiros
01/05 - Domingo
08h - As lutas no
mundo trabalho: redução da jornada de trabalho, piso salarial
regional, terceirizações e educação infantil
13h - Hip Hop
14h - A luta das
tarifas públicas: energia, transporte, gás e água
19h - Companhia de
teatro ZAP18
20h30 - Plenária de
mulheres: a luta por educação infantil em Minas
02/05 -
Segunda-feira
08h - Criminalização da
pobreza e dos movimentos sociais
10h - Ato público na Praça
Sete -
Mapa
4 - Alojamento, o que
levar?
O alojamento do 3º
Encontro será no Colégio Marconi (30/4 a 02/5), que fica na
Avenida do Contorno 8476, em Belo Horizonte. O alojamento será
no ginásio esportivo. que possui estrutura para banho. O Colégio
fica a poucos minutos de caminhada da Praça da ALMG.
Lembramos que os
participantes devem levar: colchonete, roupa de cama,
cobertores, materiais de higiene pessoal, prato, talher e
caneca.
5 - Local da Plenária
do encontro
As atividades de
formação e as apresentações culturais acontecerão na Praça da
Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que fica na
Avenida Olegário Maciel com Avenida Álvares Cabral, em Belo
Horizonte.
6 - Contribuição para
o 3º Encontro
Para garantirmos a
estrutura do encontro solicitamos aos participantes uma
contribuição simbólica de R$ 5,00. Essa contribuição deverá ser
repassada para secretaria do encontro, durante o credenciamento
ou nos intervalos da Plenária. A contribuição é facultativa.
7 - Comunicação:
participe e ajuda a divulgar!
Ajude a divulgar o 3º
Encontro, repassando o endereço eletrônico, as notícias, ou
mesmo, distribuindo os panfletos e cartazes.
Solicitamos, ainda,
que as organizações levem suas bandeiras e símbolos para o
encontro e ato público.
Minas não quer CHOQUE, quer TERRA, TRABALHO e EDUCAÇÃO!
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27/04/2011 - Cartaz Oficial
do 3º Encontro
27/04/2011 -
Panfleto Oficial
do 3º Encontro
25/04/2011 - Carta MST
24/04/2011 -
O MST convida para ato de abertura da Jornada de Lutas
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Belo Horizonte, 17 de abril de 2011.
Minas não quer CHOQUE, quer TERRA, TRABALHO e EDUCAÇÃO!
Essa é a palavra de ordem dos Movimentos Sociais que denunciam o
projeto político do governo de Minas, que privilegia o lucro das
grandes empresas e reprime os/as trabalhadores/as que exigem
seus direitos básicos, como moradia, melhores condições de
trabalho e ensino público de qualidade.
Nesse sentido, os Movimentos Sociais de Minas Gerais, unidos
pelo desejo de mudança da sociedade, convidam todo o povo
mineiro a participar do 3º Encontro dos Movimentos Sociais de
Minas Gerais: por um Projeto Popular para o Brasil, que
acontecerá em Belo Horizonte, entre dias 30 de abril e 02 de
maio de 2011.
Entre as principais propostas do Encontro, destacam-se as
seguintes reivindicações:
1) Redução da Jornada de Trabalho de 44 para 40 horas, sem
redução de salário.
2) Implantação do Piso Salarial estadual.
3) Por uma política de moradia popular e contra os
despejos arbitrários anunciados pela Prefeitura de Belo
Horizonte.
4) Educação infantil ampla e gratuita.
5) Por uma política de Reforma Agrária efetiva.
6) Pela redução das tarifas públicas, em especial, as
tarifas de energia, gás, água e transporte público.
7) Pela aplicação da política do meio-passe para todos os
estudantes.
8) Contra o atual modelo de mineração adotado pelo estado,
que favorece o lucro das empresas internacionais e gera grandes
impactos ambientais.
9) Pelo fim da ROTAM e contra a política de segurança
pública que criminaliza os pobres.
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Belo Horizonte,
16 de abril de
2011.
Entendendo que o povo se torna
mais forte quando se somam os braços e os projetos, os
movimentos sociais, sindical e estudantil se uniram em busca da
construção de programas e lutas comuns. São movimentos do campo
e da cidade que lutam contra o agronegócio, contra o latifúndio,
contra a reforma da previdência, contra os preços abusivos das
tarifas públicas e contra qualquer medida que retire direitos
dos trabalhadores. Acima de tudo, são organizações que tem em
comum a luta por um projeto popular de Brasil, por uma sociedade
mais justa e igualitária. Esta unificação toma forma no Encontro
de Movimentos Sociais de Minas Gerais.
O primeiro encontro, realizado em
2006 teve como pautas principais a redução da tarifa de energia,
contra as políticas do BIRD, BID e FMI, pelas reformas política
e tributária, pela erradicação do trabalho escravo, penalização
das empresas responsáveis por crimes ambientais, pela
interrupção da transposição do Rio São Francisco, pela
democratização da comunicação, pela Reforma Agrária e por um
desenvolvimento sobre bases agroecológicas.
O segundo encontro, realizado
entre 30 de Abril e 2 de Maio de 2007 pautou questões como a
retirada das tropas brasileiras do Haiti, auditoria das dívidas
interna e externa e seu não pagamento, contra a reforma da
previdência, a redução da jornada de trabalho sem diminuição de
salários e o ensino e saúde gratuitos e de boa qualidade.
Construiremos o III Encontro de
Movimentos Sociais de Minas Gerais em 2011, do dia 30 de Abril a
2 de Maio. Denunciando a realidade mineira de criminalização
dos Movimentos Sociais, reafirmamos nossa luta pela mudança no
modelo econômico, contra o latifúndio, pelos investimentos em
educação, contra todas as formas de opressão e discriminação
sexista, machista e homofóbica, e por mais direitos sociais para
os trabalhadores. Pautaremos, principalmente, neste encontro a
valorização do salário, o piso mínimo regional, a redução da
jornada de trabalho, redução das tarifas públicas, como água,
gás, transporte e energia elétrica, destinação dos royalties da
mineração para a educação, contra a utilização de agrotóxicos e
por um desenvolvimento agroecológico, reformas agrária e urbana
efetivas, denunciando os despejos que vem acontecendo em Minas
Gerais.
Sendo assim, convidamos todo o
povo trabalhador para travar essa luta que é nossa e sem a
qual os interesses das camadas mais exploradas da sociedade
seguirão sendo atropelados.
A defesa de um projeto popular
para o Brasil e para Minas Gerais passa pela organização de seu
povo!
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